sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Ah... a lua veio clarear
A minha dor, o meu penar
A desilusão e o sofrer
O meu amor, meu bem-querer.
Ah... a lua a resplandecer
Esta luz dos olhos teus
Por madrugada afora, procurei
Os beijos e abraços teus.
De nada adiantou vagar.
Tanto sofrer, tanto penar
As muitas que perdi-me no mar...

Pintando o céu, vem o alvorecer
Mas... Cadê você?
Que emprestou o brilho dos teus olhos às estrelas
Empresta, agora, ao sol deste amanhecer.
Sei que estás por vir.
Vem me iluminar, me invadir;
Vem que eu estou tão só.
Clareia e aquece este mundo ao meu redor.

Filipe

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